Telemetria

Aceleração Brusca/Frenagem Brusca/Curva Brusca

1. Aceleração Brusca

A Aceleração brusca é um aumento repentino e forte na velocidade do veículo, causado por uma pressão excessiva no pedal do acelerador 

  • Velocidade/GPS : ao ser configurado por GPS, definimos um parâmetro com o valor base de Ex: 10 km/h, onde caso o veículo atinge em 1 segundo iremos considerar velocidade brusca
  • Acelerômetro: ao ser configurado por acelerômetro, definimos a força G base no eixo X para consideração de aceleração brusca. Ex: 0.5G

Consequências: Essa prática pode levar a riscos de segurança, como colisões, além de aumentar o consumo de combustível e o desgaste do motor.

2. Frenagem Brusca

Frenagem brusca é a parada rápida e forçada de um veículo, geralmente causada por falta de atenção, excesso de velocidade ou distâncias incorretas.

  • Velocidade/GPS : ao ser configurado por GPS, definimos um parâmetro com o valor base de Ex: 10 km/h, onde caso o veículo diminua sua velocidade igual ou acima de valor em 1 segundo iremos considerar frenagem a brusca
  • Acelerômetro: ao ser configurado por acelerômetro, definimos a força G ‘negativa’ que será a base mínima no eixo X para a consideração de frenagem brusca. Ex: ( – 0.5G )

Consequências: É proibida pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), exceto por motivos de segurança. Ela aumenta o risco de acidentes, causa desgaste excessivo nos freios e pneus, podendo levar à perda de controle do veículo, especialmente em carros sem freios ABS. 

3. Curva Brusca

É usada como métrica a força G (m/s²) sofrida pelo veículo em uma curva. Ou seja, quanto maior a força G, mais brusca foi a curva. Além disso, o peso do veículo também é levado em conta, pois esse parâmetro influencia diretamente na aceleração dos veículos.

  • Velocidade/GPS : ao ser configurado por GPS, definimos dois parâmetros com o valor base um de velocidade Ex: 30 km/h e outro de Ângulo Ex: 45°, onde caso o atinge os parâmetros base em 1 segundo iremos considerar a curva brusca
  • Acelerômetro: ao ser configurado por acelerômetro, definimos a força G ‘positiva ou negativa’ que será a base mínima no eixo Y para a consideração de curva brusca. Ex: ( 5G e  – 0.5G )

Causas:

  • Velocidade excessiva: A causa mais comum. Quanto maior a velocidade, maior a tendência do veículo de continuar em linha reta (inércia), exigindo mais dos pneus para fazer a curva.
  • Falta de atenção ou previsão: O condutor não percebe a proximidade ou a intensidade da curva a tempo de reduzir a velocidade adequadamente.
  • Condições da pista: Pistas molhadas, com óleo, buracos, ou sujeira diminuem a aderência (atrito) dos pneus ao pavimento, facilitando a perda de controle.
  • Condições dos pneus: Pneus desgastados ou com calibragem incorreta têm menor capacidade de aderência, aumentando o risco de derrapagem.
  • Álcool ou medicamentos: O uso destas substâncias afeta o tempo de reação e o julgamento do condutor.
  • Manobras evasivas: Uma curva brusca pode ser uma reação a um obstáculo inesperado na via, como um animal, outro veículo ou pedestre

Consequências:

  • Perda de controle e derrapagem: A força centrífuga pode superar a aderência dos pneus, fazendo o veículo sair da trajetória, muitas vezes pela tangente da curva.
  • Capotamento: Em casos extremos, especialmente com veículos de centro de gravidade mais alto (como caminhões ou SUVs), a força lateral pode causar o tombamento do veículo.
  • Colisões: A perda de controle pode levar a colisões com outros veículos, barreiras de proteção, postes ou saída da pista.
  • Ferimentos e fatalidades: Em altas velocidades, as consequências de acidentes são mais severas, resultando em ferimentos graves ou óbitos.
  • Danos materiais: Danos significativos ao veículo e à infraestrutura da via.
  • Desgaste dos componentes do veículo: Curvas e frenagens bruscas frequentes causam desgaste prematuro dos pneus, freios e componentes da suspensão. 

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